21 de ago de 2007

.:. Nem tão Amélia e nem tão Bebel .:.

Cansei. A Amélia está em greve. Essa história de que os homens casam com as santinhas é o maior papo furado. E nem saem com as loiras e namoram as morenas. Nada disso. Os homens querem a mulher que lhes dê insegurança seja qual for a cor do seu cabelo. Quase um filme de Indiana Jones em versão mexicana com muito drama e estardalhaço. Eles não querem mais chegar a casa e ter o jantar pronto e uma mulher à sua espera. De repente querem que ninguém esteja esperando por eles!

Isso não quer dizer necessariamente que todos os homens não prestem. Acredito que eles sofram com isso. Um conflito interno entre razão e tesão, adrenalina e sabedoria. Suas mães lhe ensinaram que é com a Amélia que se casa, mas é a Bebel da novela das oito e sua “catiguria” de mulher avassaladora que mexem com suas cabeças . É isso que eles querem. Um amor avassalador, imprevisível e inconstante que lhes conceda o mérito da dúvida e da surpresa.

Fico preocupada quando começo a ouvir os mesmos discursos em um espaço curto de tempo. Essa história de que mulher não gosta de homem, gosta de dinheiro é um deles. Eles criticam a mulher mercenária, mas, ficam desgostosos quando não reparam no seu possante, afinal, foi para isso que compraram! Muitas vezes vivemos numa fantasia romântica de jantar à luz de velas e incensos. Eles acham isso um saco! Eles querem, na verdade, nos levar a um restaurante japonês caro e mostrar que sabem usar os pauzinhos com propriedade – duplo sentido. Eles adoram fazer graça pra nós. Adoram “cozinhar” a boa moça, mas, é com as mulheres que bagunçam suas vidas que eles ficam. Gostam de ser atordoados.

Finalmente e “ufa”, não que eu acredite que a boa moça deva mudar suas atitudes, mas, percebi que o cerco está se fechando e ficar para titia pode ser um dos finais. Talvez a solução seja achar o meio termo. Manter seus bons valores escondidos numa lingerie de tigresa. Não ser tão Amélia e nem tão Bebel. Mas nunca deixar de ser avassaladora.

.:. Nem tão Amélia e nem tão Bebel .:.

Cansei. A Amélia está em greve. Essa história de que os homens casam com as santinhas é o maior papo furado. E nem saem com as loiras e namoram as morenas. Nada disso. Os homens querem a mulher que lhes dê insegurança seja qual for a cor do seu cabelo. Quase um filme de Indiana Jones em versão mexicana com muito drama e estardalhaço. Eles não querem mais chegar a casa e ter o jantar pronto e uma mulher à sua espera. De repente querem que ninguém esteja esperando por eles!

Isso não quer dizer necessariamente que todos os homens não prestem. Acredito que eles sofram com isso. Um conflito interno entre razão e tesão, adrenalina e sabedoria. Suas mães lhe ensinaram que é com a Amélia que se casa, mas é a Bebel da novela das oito e sua “catiguria” de mulher avassaladora que mexem com suas cabeças . É isso que eles querem. Um amor avassalador, imprevisível e inconstante que lhes conceda o mérito da dúvida e da surpresa.

Fico preocupada quando começo a ouvir os mesmos discursos em um espaço curto de tempo. Essa história de que mulher não gosta de homem, gosta de dinheiro é um deles. Eles criticam a mulher mercenária, mas, ficam desgostosos quando não reparam no seu possante, afinal, foi para isso que compraram! Muitas vezes vivemos numa fantasia romântica de jantar à luz de velas e incensos. Eles acham isso um saco! Eles querem, na verdade, nos levar a um restaurante japonês caro e mostrar que sabem usar os pauzinhos com propriedade – duplo sentido. Eles adoram fazer graça pra nós. Adoram “cozinhar” a boa moça, mas, é com as mulheres que bagunçam suas vidas que eles ficam. Gostam de ser atordoados.

Finalmente e “ufa”, não que eu acredite que a boa moça deva mudar suas atitudes, mas, percebi que o cerco está se fechando e ficar para titia pode ser um dos finais. Talvez a solução seja achar o meio termo. Manter seus bons valores escondidos numa lingerie de tigresa. Não ser tão Amélia e nem tão Bebel. Mas nunca deixar de ser avassaladora.

15 de ago de 2007

.:. Fênix .:.

O que atormenta as pessoas? Por que elas têm tanto medo de errar, de tentar e de percorrer novos caminhos? O que é tão perigoso que faz com que as pessoas tenham receio de arriscar?

Quando caminhamos, nunca sabemos o que nos espera na próxima esquina e mesmo assim, vamos à frente. Quando dormimos, nunca sabemos como será o amanhã, mas despertamos com a certeza de um dia totalmente diferente. A mudança implica em ter ou não segurança e mexe com o desconhecido. Mas será que algo que já faz parte da sua vida de alguma forma, é realmente tão desconhecido assim?

Quem arrisca não petisca, não é? O mundo passa por transformações a cada minuto, as tecnologias ficam obsoletas em um piscar de olhos. Não temos a menor restrição em trocar um carro mais velho por um lançamento, ou até mesmo uma casa nova. Mas nas coisas do coração, tudo parece ser mais difícil.

Existe um medo constante de se magoar, de sofrer, de perder o controle, de não dar certo. Um negativismo emocional desenfreado. Cadê a ousadia da modernidade? Cadê o viver e não ter vergonha de ser feliz?

Quando nos permitimos uma atitude audaz, quase arrogante com as estripulias da vida, nos surpreendemos e descobrimos outra felicidade. Então, por que não nos permitirmos experimentar coisas novas e também as velhas que se vestiram de novas com o tempo? Sempre é tempo de recomeçar ou simplesmente, viver de forma diferente. Sempre é tempo de arriscar; levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.

.:. Fênix .:.

O que atormenta as pessoas? Por que elas têm tanto medo de errar, de tentar e de percorrer novos caminhos? O que é tão perigoso que faz com que as pessoas tenham receio de arriscar?

Quando caminhamos, nunca sabemos o que nos espera na próxima esquina e mesmo assim, vamos à frente. Quando dormimos, nunca sabemos como será o amanhã, mas despertamos com a certeza de um dia totalmente diferente. A mudança implica em ter ou não segurança e mexe com o desconhecido. Mas será que algo que já faz parte da sua vida de alguma forma, é realmente tão desconhecido assim?

Quem arrisca não petisca, não é? O mundo passa por transformações a cada minuto, as tecnologias ficam obsoletas em um piscar de olhos. Não temos a menor restrição em trocar um carro mais velho por um lançamento, ou até mesmo uma casa nova. Mas nas coisas do coração, tudo parece ser mais difícil.

Existe um medo constante de se magoar, de sofrer, de perder o controle, de não dar certo. Um negativismo emocional desenfreado. Cadê a ousadia da modernidade? Cadê o viver e não ter vergonha de ser feliz?

Quando nos permitimos uma atitude audaz, quase arrogante com as estripulias da vida, nos surpreendemos e descobrimos outra felicidade. Então, por que não nos permitirmos experimentar coisas novas e também as velhas que se vestiram de novas com o tempo? Sempre é tempo de recomeçar ou simplesmente, viver de forma diferente. Sempre é tempo de arriscar; levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.